Rota do Românico do Vale do Sousa

 

Informação Geral
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Mosteiro de São Pedro de Ferreira 
  • Nome: Mosteiro de São Pedro de Ferreira
  • Tipologia: Igreja/Mosteiro
  • Classificação: Monumento Nacional (MN) pelo Dec. N.º 14 985, DG 28 de 3 de Fevereiro de 1928.
  • Concelho: Paços de Ferreira
  • Estilo: Românico nacionalizado
  • Estado de Conservação: Bom 
  • Festa do Padroeiro: S. Pedro – 29 de Junho 
  • Horário do Culto: 4ª, 6ª feira e Sábado às 20h; Domingo às 10h30. 
  • Horário da Visita: Por marcação 
  • Preço da Entrada: Gratuito 
  • Acesso p/ Deficientes: Razoável 
  • Serviços de apoio:
    Centro de Informação da RRVS de Ferreira:
    - Centro Cívico de Ferreira, Avenida do Mosteiro de Ferreira, Ferreira, Paços de Ferreira;
    - Horário: Quarta-Feira a Domingo - 10h/13h e 14h/18h.
  • Telefone : 255 810 706 / 918 116 488 
  • Fax: 255 810 709 
  • E-Mail: rrvs@valsousa.pt 
  • Web: www.rotadoromanico.com 
  • Localização:
    Avenida do Mosteiro de Ferreira, freguesia de Ferreira, concelho de Paços de Ferreira, distrito do Porto.
  • Como Chegar:

    Se vem do Norte de Portugal através da A28 (Caminha/Porto), da A3 (Valença/Porto) ou da A7 (Vila Pouca de Aguiar/Póvoa de Varzim) siga na direcção de Felgueiras pela A11 (Esposende/Marco de Canaveses) e depois na de Paços de Ferreira pela A42. Saia no nó de Ferreira/Freamunde e depois siga a sinalização da RRVS.

     

    Se vem do Centro ou Sul do País pela A1 (Lisboa/Porto) ou pela A29 (Estarreja/V.N. Gaia) entre no Porto cruzando o rio Douro através da ponte do Freixo e escolha depois a A3 (Valença).

     

    A partir do Porto poderá optar pela A4/IP4 (Vila Real) ou pela A41/A42 (Paços de Ferreira). Se escolher a primeira saia em Lousada/Penafiel (Centro) e siga pela variante à estrada N106 (Lousada) com destino à A42. Nesta via saia em Ferreira/Freamunde. Se optar pela A41/A42 saia em Paços de Ferreira/Paredes.

     

    Se já se encontra na cidade de Paços de Ferreira, tome a direcção de Paredes ou do acesso à A42 até encontrar a sinalização da RRVS que o conduzirá ao Mosteiro de Ferreira.

  • Coordenadas Geográficas: Latitude: 41° 15' 53.388" N   /   Longitude: 8° 20' 37.661" O  
  • Ver Mapa
História
História
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Mosteiro de São Pedro de FerreiraA origem da igreja do Mosteiro de São Pedro de Ferreira remonta ao século X, tendo por base a referência que lhe é feita no testamento de Mumadona Dias, datado de 959.

O templo actualmente existente começa a ser construído em 1182, podendo identificar-se elementos de uma primeira igreja românica que terá sido construída entre finais do século XI e os inícios do século XII.

O Mosteiro integra a Ordem dos Cónegos Regrantes no século XIII, entre 1258 e 1293, que se extingue no século XV quando deixa de pertencer aos cónegos e passa a fazer parte da Câmara do Bispo do Porto, incluindo o couto e as propriedades adjacentes.

Este monumento constitui um caso único no românico português, ao ser precedida por um nártex cercado por um muro, um campanário de dois vãos e cimalha de duas águas. Esta estrutura corresponderia à ante-igreja de função funerária.

Personalidades Históricas
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Mumadona Dias
Mumadona Dias
Condessa de Portugal no século X, durante o primeiro Condado Portucalense, é filha de Diogo Fernandes e da condessa Onega Lucides, tia do rei Ramiro II de Leão e neta de Vímara Peres.

Famosa, rica e uma das mulheres mais poderosas no Noroeste da Península Ibérica, Mumadona Dias é reconhecida em várias cidades portuguesas devido à sua actividade.

Casada com o conde Hermenegildo Gonçalves governa o Condado sozinha após a morte do esposo (c. 928), deixando-a com a posse de domínios que, posteriormente, integrariam os condados de Portucale e Coimbra.

Em 950 os domínios são divididos pelos seus filhos, ficando o condado Portucalense para Gonçalo Mendes. É nesta altura que funda, na herdade de Vimaranes, um mosteiro sob a invocação de São Mamede e determina a construção de um castelo para a sua protecção. Trata-se do Castelo de Guimarães, mais tarde a corte dos condes de Portucale, que serve para protecção contra as invasões normandas.

Lendas e Curiosidades
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O túmulo do nobre D. João Vasques da Granja é uma das duas únicas peças funerárias que ainda resta da história do Mosteiro. Curiosamente, e à revelia do que era hábito na época, a figuração no exterior do túmulo representa o nobre em vestes e postura de peregrino, segurando um bordão. Esta é, assim, uma das poucas tampas de túmulo que ostenta o nobre em posição penitente, em vez de outra mais consentânea com o estatuto social. O túmulo será datado de meados do século XIV.
Cronologia
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Séc. X – Fundação;

Séc. XI – Primeira edificação românica (desaparecida);

Séc. XII-XIII – Segunda construção românica (existente);

Séc. XVIII – Alargamento das frestas da nave;

Séc. XX, 1930 – Obras de reparação da armação do telhado, levantamento do soalho, guias de sepulturas, desaterro e revestimento com lajeado da nave e capela-mor, assentamento de degraus interiores no pórtico, portas laterais e sacristia, apeamento dos altares de madeira, desaterro do adro incluindo do narthex, demolição da escada do campanário;

1932 – Conclusão da fresta na capela-mor, reconstrução de duas janelas laterais na abside central em cantaria semelhante a existente no eixo da mesma capela;

1933 – Construção do altar-mor em pedra, reparações no telhado;

1934 – Reconstrução das janelas da nave em cantaria, reconstrução parcial de colunelos interiores, reconstrução do telhado da capela-mor;

1940 – Escavação e remoção de terra em volta da igreja, construção e assentamento de portas exteriores em grossuras de castanho, demolição do anexo ligado à fachada norte e construção da sacristia, reparação dos degraus da porta axial, colocação dos cachorros e tímpano, demolição de uma parte das paredes do narthex;

1941 – Obras de reparações causadas pelos estragos do ciclone de 1941;

1945/46 – Reparações no telhado;

1950 – Obras de restauro e reparações nos telhados e portas;

1952 – Limpezas diversas;

1966 – Obras de conservação, trabalhos de electrificação, colocação de mobiliário, colocação da calçada junto à fachada e lajeamento do adro, diversas reparações e limpezas dos telhados;

1982 – Reparações de coberturas;

1986 – Obras de conservação e reparações diversas;

1989 – Obras de reparação nas coberturas;

1994/95 – Reparações na cobertura da capela-mor, revisão do telhado da nave, instalação eléctrica e carpintaria;

1999 – Obras de conservação;

2004/2005 – Obras de conservação geral do imóvel realizadas no âmbito do projecto da Rota do Românico do Vale do Sousa: coberturas, paramentos interiores e exteriores; conservação dos vãos exteriores e do campanário.
Especialidades
Arquitectura
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A planta do Mosteiro é composta por uma única nave, com cabeceira abobadada, organizada em dois tramos, sendo o primeiro mais largo e mais alto. Esta é uma característica muito particular do Românico do Alto Minho.

A nave, cuja altura do seu corpo está impregnada de espacialidade protogótica, está coberta a madeira e a cabeceira, internamente, apresenta-se poligonal, enquanto no exterior é semi-circular. A sua invulgar altura provocou a colocação de contrafortes no exterior e colunas adossadas no interior.

A capela-mor, relativamente alta, é composta por dois níveis, um primeiro de arcadas-cegas, duas das quais em mitra, e um segundo com alçado em arcadas que alternam com frestas.

Invulgar no estilo Românico português é a existência de um arco toral na cabeceira apoiado em pilastras salientes adornadas por escócias.

O portal da fachada principal está inserido em corpo pentagonal, enquanto o portal ocidental, amplo e muito bem desenhado, revela quatro colunas de cada lado, duas delas prismáticas.

A decoração é executada por intermédio de um recorte torneado no extradorso das arcadas, acentuado por um largo furo. Estas soluções decorativas assemelham-se a padrões encontrados em San Martín de Salamanca ou em Sevilha, em Espanha.

Os capitéis dos portais laterais são de grande qualidade, uns apresentando laçarias e animais, outros em decoração vegetalista. As fachadas laterais foram rematadas por uma cornija formada por pequenos arcos assentes em mísulas.

Em frente ao portal principal conservam-se as ruínas de uma ante-igreja ou galilé de função funerária, de cujos túmulos restam duas peças funerárias: um sarcófago trapezoidal e a tampa de sepultura com uma estátua jacente de João Vasques da Granja.

Envolvente
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No âmbito do Estudo de Valorização e Salvaguarda das Envolventes aos Monumentos da RRVS, no qual foram definidas as linhas directrizes e de enquadramento para a elaboração subsequente dos projectos técnicos de execução e respectivas obras para a valorização e salvaguarda das envolventes aos monumentos, definiram-se as condicionantes que se consideraram de maior relevância para preservar e requalificar as envolventes aos imóveis.

Envolvente do Mosteiro de São Pedro de Ferreira

O objectivo do estudo passa por preservar o contexto em que estes se encontram inseridos, nomeadamente através da integração das condicionantes em dispositivos legais – como Zonas Especiais de Protecção – que restrinjam intervenções urbanísticas que façam perigar a integridade das envolventes.

Procedeu-se, também, à definição das áreas de actuação e intervenções de âmbito geral a ter em conta nas envolventes, para alargar o ordenamento do território a uma zona mais vasta no sentido de permitir uma melhor circulação de turistas na região.

Finalmente, o Estudo definiu quais as intervenções prioritárias a realizar nas envolventes aos monumentos, para permitir a estabilização dos territórios, ao mesmo tempo que corrige e/ou cria estruturas e infra-estruturas de apoio.

Para este estudo, os conjuntos rurais e os terrenos agrícolas envolventes ao monumento devem ser salvaguardados e assegurada a sua manutenção, para a correcta integração do imóvel na paisagem iminentemente agrícola.

A via de acesso ao centro paroquial de Ferreira deverá ser valorizada e as obras de criação do parque devem ser devidamente finalizadas.

A iluminação da igreja deverá ser remodelada, nomeadamente através do enterramento das cablagens aéreas.

As obras irão principiar a partir de 2009, no âmbito de uma candidatura apresentar ao QREN.

Recuperação e Valorização
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Antes da classificação como monumento nacional, o Mosteiro foi objecto de obras de conservação, segundo relatório da DGEMN.

Improvisação ao longo da nave, de uma abóbada de madeira (tosco revestimento de tabuado onde se fez um dispêndio de tinta azul e amarela); existência de um coro (séculos XVII e XVIII) “para seguro encaixe do seu poderoso vigamento, mutilou-se profundamente a cantaria das paredes próximas e ainda se sacrificou, por míngua de engenho construtivo, a parte superior da porta”.

Recuperação do Mosteiro de São Pedro de Ferreira

Rebocaram-se as paredes e a abóbada da capela-mor; existência de um altar-mor; na nave, presença de quatro altares; para exibição de uma imagem muito antiga do padroeiro da igreja, São Pedro, destruiu-se o vértice da empena sobranceira ao pórtico, para além de estragos provocados pela abertura de uma porta destinada a facultar o pronto acesso ao coro; “da rosácea que ornava a parede posterior do templo, sobre o alto arco da capela-mor, nada mais restava que um rombo circular, aberto, sem nenhuma defesa à chuva e ao vento”; tinha sido levantado, num dos flancos da abside, do lado norte, “um edifício de escassa altura mas de larga planta, que ocupava uma parede considerável do adro”; existia uma porta sob o arco da parede sul, rompendo uma escada de acesso, com degraus de pedra, ao campanário, a qual foi entaipada, substituindo-se a escada por uma outra, exterior, ao longo da fachada sul, até à empena sineira.

Após a classificação, o Mosteiro sofreu intervenções já da responsabilidade da DGEMN, a primeira das quais a demolição do coro que obstruía a nave e encobria parte da porta principal.

Em 1930, foram apeados o altar-mor e todos os outros quatro altares existentes na nave; desentaipou-se o pórtico; apeou-se o púlpito de construção moderna; demoliu-se a escada exterior improvisada junto da fachada sul, desobstruiu-se a primitiva escada, bem como a respectiva porta; procedeu-se ao rebaixamento e lajeamento de todo o chão da nave e capela-mor, incluindo a construção dos degraus que ali separam os dois corpos do edifício, bem como ao rebaixamento geral do pavimento do nártex e de todo o adro.

Recuperação do Mosteiro de São Pedro de Ferreira

Nessa mesma época, deu-se início aos trabalhos de desmonte e reconstrução de toda a armação do telhado, em ruína, e do tecto abobadado de madeira com que fora recoberta a nave; construiu-se e assentou-se o novo telhado e consolidou-se a abóbada e cornija da capela-mor, além de se ter substituído a cobertura antiga por uma nova, de telha nacional dupla.

No ano de 1933, efectuou-se a construção de um altar de pedra, maciço, com utilização de elementos primitivos encontrados durante as obras e reconstituiu-se duas frestas molduradas da capela-mor, que tinham sido alargadas para obtenção de maior luminosidade.

No ano seguinte, procedeu-se à demolição de oito janelões que foram substituídos pelas frestas primitivas, com recurso a elementos encontrados durante as obras.

Em 1936, o anexo que fora construído na fachada norte, junto da abside, foi demolido, substituído por um outro de planta mais pequena; as cantarias lisas mutiladas das paredes interiores e exteriores da igreja foram substituídas; as portas exteriores foram construídas e assentadas; e colocaram-se vitrais coloridos, com armação de chumbo.

Antes do entaipamento da porta que fora aberta na fachada principal para acesso ao coro, efectuado em 1950, repararam-se os degraus primitivos da porta principal, demoliu-se uma parte das paredes do nártex que ocultava o ábaco esculpido do pórtico principal, no qual se colocou o tímpano e os cachorros que o sustentam.

Entre 1950 e 1952, a imagem do padroeiro São Pedro foi restituída ao seu lugar original, na capela-mor, procedendo-se à reconstituição da empena da parede suplementar onde se abre o pórtico principal. Naquele último ano, efectuou-se a limpeza e reparação ligeira dos telhados.

Nesta mesma época, terá sido demolida a parede de silharia que entaipava o primitivo pórtico da fachada norte, reconstituíram-se os degraus do mesmo pórtico e substituiu-se a pedra inferior do respectivo tímpano.

Foram ainda reconstruídos a soleira e os degraus da porta da fachada sul, que haviam desaparecido, reconstituiu-se a rosácea da parede posterior da nave, sob o arco triunfal, e procedeu-se à limpeza geral das argamassas que encobriam a silharia da nave, das paredes e da abóbada da capela-mor.

Ainda em 1952, foi efectuada a limpeza e reparação ligeira dos telhados. Provavelmente em data anterior, procedeu-se à construção e assentamento de uma cruz terminal na empena posterior da nave, depois de ser apeada e reconstituída a mesma empena.

Década e meia depois, repararam-se as ferragens das portas exteriores, limparam-se as coberturas e pintaram-se as portas exteriores de madeira com tinta de óleo. Foram ainda executados trabalhos de limpeza geral dos telhados com substituição de telhas partidas e em falta, bem como a reparação de rufos e vedações.

A cobertura sofreu obras de arranjo, em 1986, ano em que se executou uma valeta junto ao muro para impedir infiltrações de água. A cobertura foi reparada em 1989, e a da capela-mor foi objecto de uma intervenção em 1996, a par da revisão do telhado da nave, da instalação eléctrica e das carpintarias.

Já em 2000, realizaram-se obras de conservação da sacristia, nomeadamente a execução de um novo tecto em madeira de castanho, a execução e aplicação de vitrais nos vãos e a colocação de uma bica de abastecimento de água para a pia de granito existente.

Finalmente, em 2004, procedeu-se à conservação geral do imóvel, incluindo a revisão geral das coberturas da nave, capela-mor e sacristia; a conservação geral dos paramentos exteriores e interiores e dos vãos exteriores; a conservação do campanário; e a reformulação da instalação eléctrica do interior da igreja e do campanário.

Galeria
Saber mais
Bibliografia
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ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de – A Arquitectura românica de Entre-Douro-e-Minho. Vol. 1., Dissertação de Doutoramento apresentada à Faculdade de Letras da Universidade do Porto: Porto, 1978.

ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de – História da Arte em Portugal. O Românico. Lisboa: Publicações Alfa, 1986.

ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de – O Românico. História da Arte em Portugal. Lisboa: Editorial Presença, 2001.

BARROCA, Mário Jorge – Epigrafia Medieval Portuguesa (862-1422). Corpus Epifráfico Medieval Português. Vol. II, Tomo I, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian/Fundação para a Ciência e a Tecnologia, 2000.

DGEMN – «A Igreja de S. Pedro de Ferreira» in Boletim nº 7, Lisboa, 1937

IPPAR - Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado, Inventário. Vol. II, Distrito do Porto Lisboa, 1993.

MOP (Ministério das Obras Públicas) – Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1952, Lisboa, 1953.

REAL. Manuel Luís – “A Igreja de S. Pedro de Ferreira. Um invulgar exemplo de convergência estilística”. Sep. de Paços de Ferreira – Estudos Monográficos. Paços de Ferreira, 1986.

REAL, Manuel Luís – “O românico português na perspectiva das relações internacionais.” Romanico. En Galicia y Portugal. Em Portugal e Galiza. S./l.: Fundación Pedro Barrié de la Maza/Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.

ROSAS, Lúcia (Coord.) – Românico do Vale do Sousa. Lousada: Comunidade Urbana do Vale do Sousa, 2008.

TOMÉ, Miguel – Património e Restauro em Portugal. Vols. I, II e III. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 1998.

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